Ser melhor que o concorrente não é copiar o que ele faz.
É entender o jogo, enxergar as brechas e se posicionar de forma mais inteligente.
Em mercados cada vez mais competitivos, quem vence não é quem grita mais alto — é quem comunica melhor, com estratégia, criatividade e timing.
Marketing de guerrilha é sair do óbvio.
É usar criatividade, contexto e leitura de cenário para chamar atenção sem depender de grandes orçamentos.
Não se trata de “provocar por provocar”, mas de:
gerar conversa
criar lembrança de marca
ocupar espaço na mente do público
Marcas como Burger King e McDonald’s fazem isso há anos. E o ponto aqui não é o tamanho delas — é a mentalidade estratégica por trás das ações.
Muitas empresas cometem um erro clássico:
ficam olhando apenas para dentro do próprio mercado, repetindo o mesmo discurso de todo mundo.
Quando você observa concorrentes — inclusive de outros segmentos — você:
entende o que já está saturado
identifica padrões que cansaram o público
encontra oportunidades de diferenciação
Concorrência não é ameaça.
É validação de mercado e fonte de insight.
Vamos ser diretos:
o Burger King não cresce só porque vende hambúrguer.
Ele cresce porque sabe se posicionar.
Alguns aprendizados claros dessas ações:
Não precisa citar o concorrente para que o público entenda a mensagem
Humor e provocação funcionam quando têm inteligência
A marca precisa ter personalidade clara
Quem domina o contexto cultural, domina a atenção
Essas estratégias não são exclusivas de gigantes.
Elas funcionam também para negócios locais, empresas B2B e prestadores de serviço — quando bem adaptadas.
Antes de qualquer ação criativa, você precisa responder três perguntas:
Por que alguém escolheria você e não o concorrente?
Onde o concorrente é fraco ou genérico?
Como comunicar isso sem parecer ataque direto?
A partir disso, a estratégia começa a ganhar forma.
Não é o que você acha.
É o que o cliente percebe.
Ouça clientes, leia avaliações, analise feedbacks.
Pode ser atendimento, clareza, posicionamento ou confiança.
Esses “vazios” são oportunidades.
Quem tenta agradar todo mundo vira invisível.
Diferenciação exige posicionamento.
Marketing de guerrilha não é bagunça.
É estratégia com personalidade.
Muitos negócios tentam “ser criativos” e acabam:
confundindo o público
diluindo a mensagem
perdendo credibilidade
A criatividade precisa estar conectada a:
objetivo claro
público certo
momento certo
Caso contrário, vira apenas barulho.
Ações criativas isoladas até chamam atenção, mas:
não constroem marca sozinhas
não sustentam crescimento
não geram previsibilidade
Por isso, o marketing de guerrilha precisa estar conectado a:
posicionamento claro
presença digital forte
conteúdo estratégico
funil bem definido
É assim que a criatividade vira resultado.
Ser melhor que seu concorrente não exige mais dinheiro.
Exige mais leitura de cenário, estratégia e clareza.
Quem entende o jogo:
ocupa espaço mental
gera conversa
vira referência
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Se você sente que sua empresa entrega muito mais do que consegue comunicar, está na hora de mudar o jogo.
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